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A Coroa é o quinto e, tristemente, o último livro da série A Seleção. Por ser continuação direta de A Herdeira, teremos alguns spoilers da história, então se você ainda não leu A Herdeira, é melhor não ler essa resenha.

Nada te deixa mais consciente da presença de uma pessoa do que a falta dela.

Depois do final de a Herdeira, todos que leram os livros anteriores de A Seleção podem respirar aliviados, é ótimo saber que América está bem e se recuperando, com Maxon sempre do seu lado, se preocupando e cuidando dela.

Desde que a Rainha América, sua mãe, ficou doente, e Ahren fuigu para se casar com Camille, Eadlyn sentu a ncessecidade de assumir um papel mais ativo no governo. Então para aliviar a carga do seu pai ela assume temporariamente o trono. Nós temos agora uma princesa muito mais madura. Ela se descobre muito mais forte, com uma nova perspectiva sobre sua vida e também sobre a vida de seu povo.

Não é que eu não saiba o que estava procurando. É que não estava preparada para procurar.

Com menos tempo necessário para usar com seus pretendentes, Eadlyn decide mandar alguns pra casa mais cedo. Apesar da competição estar mais “acirrada” os meninos não criam um clima de inimizade, que seria esperado, mas se unem e constroem um ar de amizade, o que diminui o clima de tensão do castelo.

Temos alguns personagens novos, e de certa forma importantes, na história.  Marid, já conhecido pela família real por que seu pai trabalhava para o pai de Maxon, vai tentar ajuda-la a conquistar o povo, mas suas intenções não são exatamente o que deixa mostrar. E temos também a Sra. Brice, que trabalha para maxon e ajuda com as reuniões decisões necessárias no governo.

Como torcia por dois garotos específicos, o final foi maravilhoso e nem um pouco desapontante, um pouco rápido talvez, mas fiquei completamente feliz com a escolha feita por Eadlyn e  com suas motivações. Todas as pontas amarradas, sem deixar nada a desejar. Temos, inclusive, uma formação de casal bem fofa e inesperada nesse meio tempo, mas que ao mesmo tempo fazia todo o sentido de acontecer.